Borjão denuncia atraso na entrega de vacinas
Durante a última reunião de requerimentos do ano, vereador Marcelo Machado Borges – Borjão (DEM) voltou a cobrar a instalação da Comissão Especial de Investigação – CEI para averiguar a Saúde no município. Mas, desta vez, o motivo está vinculado à Central de Vacinação. O democrata assegurou que o problema não está relacionado à estrutura ou quantidade de vacinas, mas, sim, ao transporte ineficiente destas para abastecimento das unidades básicas.  
O parlamentar explicou que, atualmente, a Central conta apenas com um carro para transporte das vacinas, o que inviabiliza a distribuição nas datas corretas. Antes, lembrou, utilizava-se veículo adequado para o transporte das substâncias, doado pelo Estado, mas que hoje não atende mais ao departamento. “Está tendo atraso na entrega das vacinas, e isso não pode acontecer”, cobrou, acrescentando que já transmitiu o problema ao secretário de Saúde, Valdemar Hial, que afirmou averiguar a situação e tomar as providências cabíveis.
Na ocasião, vereador Itamar Ribeiro de Rezende (DEM) questionou o fato de haver apenas um carro para atender as necessidades da Central de Vacinação, haja vista que, recentemente, a Prefeitura procedeu ao leilão de alguns automóveis de posse do executivo. Nesse sentido, Borjão apresentou requerimento pedindo cópia dos contratos da frota terceirizada do órgão, destacando que o aluguel de cada um dos veículos chega a custar de R$ 3 a R$ 4 mil mensais – além dos gastos com a manutenção – aos cofres públicos. “Esse é um problema nosso, dos fiscalizadores. Por isso também defendo tanto a CEI para a Saúde. É nossa obrigação fiscalizar”, defendeu novamente a proposta, de iniciativa do colega João Gilberto Ripposati (PSDB), que começou quando surgiram as denúncias da incineração de toneladas de medicamentos do município, e que também ganhou o apoio dos vereadores Itamar e professor Carlos Godoy (PTB). 
Ambulâncias – Borjão comentou sobre o fato de ambulância do município estar parada por falta de peças. Por isso, em requerimento, solicitou que o município libere a compra do material necessário para que o veículo volte a funcionar. “Hoje o SAMU conta com apenas duas ambulâncias em operação”, destacou, acrescentando que a ausência de manutenção não pode prejudicar a prestação do serviço junto à população.

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