Servidores do Legislativo terão salários reajustados em 8% e aumento no tíquete
Já a partir deste mês, os 246 servidores do Legislativo serão beneficiados com o aumento salarial de 8%, além de terem o auxílio-alimentação elevado para R$ 370,00. As proposituras foram aprovadas em plenário, sendo estendido o benefício aos inativos, pensionistas e aposentados.  O aumento salarial é a título de reposição de perdas remuneratórias.  
Também foi analisado e aprovado o projeto de lei que prevê a correção geral anual dos subsídios mensais dos atuais vereadores. Segundo prevê a Constituição Federal, a correção pode ser feita anualmente e tem como objetivo preservar o poder aquisitivo da moeda, tendo como base de cálculo o INPC – Índice Nacional de Preços ao Consumidor – índice oficial de aferição da inflação. 
A correção será de 5,52%, passando o vencimento do vereador de R$ 8.021,16 para R$ 8.463,93 e do presidente, de R$ 13.368,59 para R$ 14.106,54. O presidente Luiz Dutra (PDT) deixou claro que não se trata de aumento de salário e sim de correção. “Um aumento só pode ser feito de uma legislatura para outra”.
Apenas os vereadores José Severino Rosa (PT) e Marcelo Machado Borges (DEM) votaram contra a correção. Diante disso, o presidente Dutra e o vereador Tony Carlos (PMDB) manifestaram contra a posição dos colegas, alegando que os mesmo deveriam, então, dispor da diferença que a correção possibilitará. “Não concordo com essa dupla personalidade, quem é contra tem que abrir mão. É muito fácil ir pra galera e depois por o dinheiro no bolso”, disse Tony.
Borjão solicitou, dessa maneira, que seu voto fosse refeito, o que não foi possível porque o painel já havia sido fechado. Segundo ele, o voto contrário seria um protesto. “Acho que o vereador deveria receber aumento como um servidor normal. Não é porque Tony falou que mudo de opinião. Se não for possível, quero que seja registrado em ata o meu desejo de mudar o voto”, esclareceu o democrata. 
Severino explicou que, diante da “agressão verbal” do colega Tony, ele enviará ofício à Mesa Diretora, dispondo da diferença a que tem direito. “Nem tudo que pode deve! Tenho consciência da minha responsabilidade. Nem uso tudo aquilo que tenho direito. A mesa diretora saberá administrar essa diferença que vai sobrar, esse repasse do meu subsídio”. Mas, conforme alertou o primeiro secretário, professor Carlos Alberto de Godoy (PTB), é preciso uma análise jurídica do ato, uma vez que pode haver quebra do princípio da isonomia. 

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